ROY FOX LICHTENSTEIN
A expressão "pop art" para esse artista nova-iorquino morto em 1997 aos 73 anos significa, literalmente, popular. Tanto na casa de um fã (e colecionador) assumido como o ator Sylvester Stallone quanto num megashow do U2, as telas de Roy Fox Lichtenstein baseadas nas histórias em quadrinhos costumam povoar o imaginário. Difícil é não ficar com a impressão de ter visto aqueles balõezinhos e onomatopéias típicas de HQ em algum lugar, assim como os super-heróis e as loiras em lágrimas. São imagens reproduzidas à exaustão graças à técnica gráfica bolada por esse ex-publicitário e vitrinista, que configurava seus desenhos a partir de milhares de bolinhas, à semelhança do recurso dos outdoors. Ao lado de Andy Warhol, Litchtenstein foi um crítico sarcástico da banalização pela mídia da cultura contemporânea.
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